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Dieter Koschina, melhor chefe do Arco Atlântico 2015

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dieter koschina
É um dos grandes triunfadores deste ano, um dos cozinheiros mais em forma da Europa da vertente Atlântica. Pela primeira vez, poderemos ver na Praça Mayor de Gijon perante mais de mil pessoas o cozinheiro austríaco estabelecido em Portugal, Dieter Koschina, na terça-feira dia 28 de julho para recolher o prémio.No dia anterior, a considerada “Melhor Cozinheira do Mundo 2012”, Elena Arzak, realizará o seu showcooking depois de receber o galardão.

É, sem dúvida, um dos grandes cozinheiros do país. Desenvolve o seu ofício no restaurante Vila Joya, possuidor de duas estrelas Michelin, algo de que só três restaurantes em todo Portugal se podem orgulhar.O enquadramento é espetacular, uma quinta com vistas impressionantes sobre o mar na qual este austríaco, ali estabelecido há mais de quinze anos, apresenta atrevidas propostas de gosto refinado e profunda essência, tão inteligentes como efetivas.Encontra-se na posição número 22 da lista dos 50 melhores restaurantes do mundo.

A Câmara Municipal de Gijon / Xixón, no intuito de potencializar a cultura atlântica comum, organiza um grande festival que serve de elo de união e plataforma de intercâmbio entre os povos que figuram no Arco Atlântico Europeu.Este ano, atinge-se a quarta edição e o formato foi um sucesso. No fim de julho, as ruas de Gijon enchem-se de literatura, artes cénicas, artes plásticas, música e gastronomia.Nele, participam todos os países do Arco e os conselhos asturianos.

A gastronomia no Arcu Atlánticu é um ponto-chave dentro de todo o programa de atividades.Nas passadas edições, o prémio “Sabores do Arcu Atlánticu” teve grande repercussão, bem como a atividade de showcooking, que este ano volta a realizar-se no cenário principal da Praça Mayor com alguns dos melhores cozinheiros do mundo.

SABORES DO ARCO ATLÂNTICO (SHOWCOOKING)

27 e 28 de julho, às 21h30 na Praça Mayor de Gijon

Elena Arzak, Dieter Koschina, Dylan McGrath, Iván Domínguez, Sergio Bastard e Ricardo Sotres irão receber em Gijon o prémio “Sabores do Arco Atlântico”, que reconhece os melhores cozinheiros dos países e regiões que constituem esta unidade geográfica e cultural.O galardão atinge este ano a quarta edição e está a ganhar cada vez mais protagonismo.

Estes chefes irão receber o prémio na Praça Mayor de Gijon nos dia 27 e 28 de julho, o qual faz parte das atividades do Festival Arcu Atlánticu.O prémio está dotado com 1500 € e tem, como peculiaridade, a realização pelos cozinheiros de um showcooking em direto a partir de um palco na Praça Mayor de Gijon, que se pode ver também através de ecrãs gigantes e que reúne mais de mil pessoas diariamente.

O júri de “Sabores do Arco Atlântico” é constituído por Xavier Agulló, colaborador dos diários El Mundo e El Economista, além de expressar as suas vivências com o seu peculiar estilo em 7canibales.com, Carlos Maribona, especialista gastronómico de Abc e diretor do blog Salsa de Chiles, Juan Antonio Duyos, especialista gastronómico e colecionista de Guias Michelin, José Carlos Capel, crítico gastronómico do diário El País, Ana Braña, adjunta da gerência da Divertia e David Fernández-Prada, jornalista gastronómico e diretor da Gustatio.

GALIZA (Iván Domínguez, Alborada, Corunha)

É o cozinheiro que está na moda na Galiza e em Madrid, onde há pouco mais de um ano abriu Alabaster, um espaço localizado a um passo da Porta de Alcalá que está a receber elogios sem cessar.O responsável pelos dois restaurantes é Iván Domínguez, um corunhês de 35 anos com notável experiência em restaurantes reconhecidos pela guia Michelin.Tem uma estrela no seu restaurante galego e já soa como candidato a “macaron” na capital.

ASTÚRIAS (Ricardo Sotres, El Retiro, Pancar)

Os grandes cozinheiros asturianos fizeram escola.E um dos melhores exemplos é Ricardo Sotres, um ovetense de 30 anos que, depois de se formar com Nacho Manzano e Manolo de la Osa, começou há cinco anos o seu próprio projeto no bar familiar, agora visitado por gourmets de todo o país.No ano passado, foi finalista no prémio Revelação em Madrid Fusión, triunfando com o primeiro lugar com o prato de bacalhau no concurso nacional de Vitoria, e foi subcampeão de Espanhano concurso de Jovens Chefes em 2011.O crítico José Carlos Capel define a sua cozinha como “contemporânea, inconformista, que não rompe com o passado mas sim assume-o e revê-o”.

CANTÁBRIA (Sergio Bastard, La Casona del Judío, Santander)

É o cozinheiro mais em forma da nova fornada que está a renovar a gastronomia cantábrica.A sua cozinha olha o mar e a terra, flui entre vegetais e algas, procura um sentido para os ingredientes bem como apresentar um conceito no prato.Não desanima perante nada e não tem limites.A sua última aposta consiste numa mesa atendida pessoalmente por ele próprio enquanto vai narrando a história de cada prato, o seu motivo de inspiração e o seu objetivo gustativo, num ambiente íntimo e refinado.Em contraposição, os seus menus divertidos e informais de debicar.O Sergio sempre surpreende.

PAÍS BASCO (Elena Arzak, Arzak, São Sebastião)

Foi considerada “A Melhor Cozinheira do Mundo” no ano de 2012.Conseguiu tudo, mas o mais importante é que conseguiu dar continuidade a uma saga e vencer a prolongada sombra do pai, Juan Mari Arzak.O seu restaurante é considerado o oitavo melhor do planeta e tem três estrelas Michelin há mais de 25 anos. Pratica uma atitude vanguardista de proximidade, com especial protagonismo dos produtos do meio, transformando a refeição na sua casa numa experiência completa.

IRLANDA (Dylan McGrath, Rustic Stone, Dublin)

É o mais popular dos cozinheiros irlandeses, especialmente pela sua presença como júri no programa Master Chef Irlanda.A sua trajetória esteve marcada com reconhecimentos, tendo dirigido três restaurantes condecorados pelo Guia Michelin.Atualmente, possui todo um império formado por consultadorias e restaurantes como o Rustic Stone, o Brasserie Sixty6 e o seu último projeto, Fade Street Social, dois restaurantes num só com jardim de inverno É um cozinheiro muito consciencializado sobre o glúten e os alergénios, assinalando em cada prato até sete diferenças em função de gorduras, açúcares e outros indicadores.

Palabras clave Turismo