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Observar, cheirar, saborear e sentir

01 de Julio de 2014

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sidra
A sidra é uma bebida democrática, no fundo, nas formas et no preço, na qual não é costume impor a opinião de um sabe-tudo, senão que a cada um dos bebedores, o mesmo tipo (palo), pode inspirar diferentes opiniões, e todas são válidas.
De todas as formas, há algumas pautas a considerar para garantir o acerto na escolha da sidra:

  • Observar que o lugar onde vamos a tomar a sidra é um ambiente favorável para esta bebida. A sidra tem de estar num local onde servi-la entre os 11 e os 13 graus de temperatura. Tem de haver um espaço reservado para o seu fundamental escançado, isto que fará um escanção profissional. Proibidos os vertedores automáticos, botões e rolhas emulsionantes que desvirtuam o sabor autêntico da sidra e prejudicam a imagem internacional da sidra. Coisa que os bascos parecem conhecer, mas não os asturianos. A cor da sidra estará na gama do ouro pálido e a sua textura, leve, de espontaneidade espumante, quase sem gravidade.
  • Cheirar. Ao momento de verter a sidra tem de espalmar e desprender um cheiro a pomarada em flor, mais bem etéreo, não muito definido.
  • Saborear. Tastiar. A sidra tem de ser refrescante, o justo, com alma de maçã.
  • Sentir imediata sensação de limpeza e bem-estar no aparelho digestivo. As têmporas dilatam-se e albergam alegria e agradecimento vital.
Em Gijón/Xixón, a sidra é nomeadamente agradecida acompahada com frutos do mar, como ouriços do mar, crias de enguias, aranhas do mar, choupas, robalos e outros mariscos e peixes.
Palabras clave Turismo, 2013, 2014, Gijón